Formulários Contínuos Especializada em Personalizados

Fomulário para Eletrocardiograma

O Eletrocardiograma é um exame básico e inicial para avaliação da saúde cardiovascular e apontar para algumas anormalidades cardíacas. Este exame também é solicitado pelo cardiologista para acompanhar a melhora ou piora de algumas doenças, e também, se medicamentos para arritmia ou marca-passos estão sendo eficazes.

Braille

Formulário Contínuo para impressora Braille. Somos fabricantes de formulário contínuo ou folhas soltas, utilizados para impressão de textos em BRAILLE. Utilizamos a matéria-prima ideal, o melhor papel off-set na gramatura 120gr/m², compatível com as impressoras Braille, possuindo uma massa consistente para que o relevo da escrita possa ser sentida pelo tato. O sistema Braille, foi inventado em 1825 na França por Louis Braille, utilizado na leitura e na escrita por pessoas cegas integrando os deficientes visuais na sociedade. Consiste na leitura tátil através de 6 pontos em relevos distribuídos em 2 colunas de 3 pontos, formando “CELA BRAILLE”. Sua identificação do alto para baixo, coluna da esquerda ( 1 – 2 – 3 ), do alto para baixo da coluna da direita ( 4 – 5 – 6 ) A diferente disposição desses seis pontos permite a formação de 63 combinações ou símbolos braille. As dez primeiras letras do alfabeto são formadas pelas diversas combinações possíveis dos quatro pontos superiores (1-2-4-5); as dez letras seguintes são as combinações das dez primeiras letras, acrescidas do ponto 3, e formam a 2ª linha de sinais. A terceira linha é formada pelo acréscimo dos pontos 3 e 6 às combinações da 1ª linha.  Os símbolos da 1ª linha são as dez primeiras letras do alfabeto romano (a-j). Esses mesmos sinais, na mesma ordem, assumem características de valores numéricos 1-0, quando precedidas do sinal do número, formado pelos pontos 3-4-5-6     Vinte e seis sinais são utilizados para o alfabeto, dez para os sinais de pontuação de uso internacional, correspondendo aos 10 sinais de 1ª linha, localizados na parte inferior da cela braille: pontos 2-3-5-6. Os vinte e seis sinais restantes são destinados às necessidades especiais de cada língua (letras acentuadas, por exemplo) e para abreviaturas.    Doze anos após a invenção desse sistema, Louis Braille acrescentou a letra “W” ao 10°  sinal da 4ª linha para atender às necessidades da língua inglesa.     ALFABETO  BRAILLE.  O sistema Braille é empregado por extenso, isto é, escrevendo-se a palavra, letra por letra, ou de forma abreviada, adotando-se código especiais de abreviaturas para cada língua ou grupo lingüístico. O braille por extenso é denominado grau 1, o grau 2 é a forma abreviada, empregada para representar as conjunções, preposições, pronomes, prefixos, sufixos, grupos de letras que são comumente encontradas na palavras de uso corrente. A principal razão de seu emprego é reduzir o volume dos livros em braille e permitir o maior rendimento na leitura e na escrita. Uma série de abreviaturas mais complexas forma o grau 3, que necessita de um conhecimento profundo da língua, uma boa memória e uma sensibilidade tátil muito desenvolvida por parte do leitor cego.     O tato é também um fator decisivo na capacidade de utilização do Braille.     O Sistema Braille aplica-se à estenografia, à música e às notações científicas em geral, através do aproveitamento das 63 combinações em código especiais.     O Sistema Braille é de extraordinária universalidade: pode exprimir as diferentes línguas e escritas da Europa, Ásia e da África. Sua principal vantagem, todavia, reside no fato das pessoas cegas poderem facilmente escrever por esse sistema, com o auxílio da reglete e do punção.     O Sistema Braille permite uma forma de escrita eminentemente prática. A pessoa cega pode satisfazer o seu desejo de comunicação. Abriu-lhe os caminhos de conhecimento literário, científico e musical, permitiu-lhe, ainda, a possibilidade de manter uma correspondência pessoal e ampliou também suas atividades profissionais.

Bilhete de Passagem

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), mediante à Resolução 4.282, que as empresas de ônibus tem obrigação de realizar a emissão das passagens com o nome do passageiro devidamente impresso no bilhete rodoviário, tanto para os trajetos interestaduais quanto para os internacionais, da mesma forma que é realizado com o transporte aéreo.umidor. O bilhete nominal é uma medida para aumentar a segurança dos passageiros em suas viagens, que ainda constam com a possibilidade de emitir à segunda via da sua passagem, em caso de perda, furto ou roubo. O modelo que foi definido nesta resolução ainda mostra outros dados que eram ocultos do cidadão, como: Taxa de embarque, ICMS, Pedágios e outros valores que estão agregando no valor pago pelo consumidor. O que você precisa saber sobre o Bilhete Nominal? Para que o bilhete nominal seja válido, ele precisa conter um conjunto de informações, para que a segurança do usuário esteja garantida: Identificação completa da empresa de transporte (Nome, CNPJ e Endereço) Telefone do SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor Data/Hora da emissão do bilhete nominal Identificação do passageiro (Nome, RG e CPF) Valor da passagem + taxas (Tributos, Taxa de Embarque, Pedágio…) Horário da partida e da chegada no destino Data/Hora da viagem (como aparece no guichê) Paradas que serão realizadas Forma de pagamento Número da poltrona Identificação do bilhete nominal (Número do canhoto, Série…) No verso do bilhete nominal é necessário que todos os direitos dos passageiros estejam impressos. Para que seja possível requerer, em caso de algum problema.

Recibo de Pagamento

Formulário Contínuo Recibo de Pagamento – Holerith. Produzido em 3 vias, sendo a 1ª via um espelho para arquivo e as 2ª e 3ª vias formando um envelope colado nos 4 lados.

ATC Autorização para Transporte de Cernambi Coágulo

ATC Autorização para Transporte de Cernambi Coágulo Formulário Contínuo ATC Autorização para Transporte de Cernambi Coágulo 1ª Via Formulário Contínuo ATC Autorização para Transporte de Cernambi Coágulo 2ª Via Formulário Contínuo ATC Autorização para Transporte de Cernambi Coágulo 3ª Via ATC Autorização para Transporte de Cernambi Coágulo Formulário Contínuo para emissão da ATC Autorização para Transporte de Cernambi Coágulo Impresso utilizado para o transporte de produção Cernambi Coágulo, emitido em 3 vias, com papel autocopiativo, numeração na 1ª via e por decalque nas demais vias. É necessário liberação da AIDF Autorização de Impressão de Documentos Fiscais, no Posto Fiscal ou Agente da Receita Fazendária do município onde o contribuinte está cadastrado. PROCESSAMENTO E BENEFICIAMENTO LÁTEX LÍQUIDO CERNAMBI COÁGULO Coágulo ou Cernambi O coágulo do látex, ou cernambi, é a única matéria prima para a produção da borracha natural. A extração da matéria prima é realizada por meio da sangria do látex de seringueiras adultas. A sangria é feita com a abertura de um painel (corte) no tronco da seringueira, sendo que esse corte não deve ultrapassar o líber, ou seja, não deve ultrapassar os vasos que transportam o látex no interior da árvore. Após a abertura do painel, o látex e outras substâncias, como água e sujeira, irão escorrer até uma caneca fixada no tronco contendo ácido acético, ou vinagre, para realizar a coagulação química do látex, tornando-o o coágulo ou cernambi. Por fim os coágulos são recolhidos, colocados em caixas plásticas e armazenados na “banca” por alguns dias para secar a água e esperar a coleta da Borracha.  Cultivo de Seringueiras Sangria da Seringueira Extração do Látex Látex cintrifugado Látex Líquido

Atestado de Saúde Ocupacional

Atestado de Saúde Ocupacional (Reduzido) Formulário Contínuo Atestado de Saúde Ocupacional preenchido com impressora matricial EPSON LX 300 Formulário Contínuo Atestado de Saúde Ocupacional com canhoto para destaque Atestado de Saúde Ocupacional (Completo) Formulário Contínuo Atestado de Saúde Ocupacional Completo Formulário Contínuo Atestado de Saúde Ocupacional Completo impresso por impressora matricial Formulário Contínuo para emissão de Atestado de Saúde Ocupacional modelo Reduzido Este Atestado é emitido em admissão ou demissão de funcionários para atestar o estado de Saúde que a pessoa se encontra a fim de verificar se houve alteração na saúde no tempo que o mesmo estava nas funções exercidas na empresa.  É necessário anualmente a emissão de um novo Atestado de Saúde Ocupacional para acompanhamento do estado de saúde que o funcionário se encontra. O que é o Atestado Saúde Ocupacional? ASO é a abreviatura para o Atestado de Saúde Ocupacional, importante documento da Medicina do Trabalho emitido pelas Clínicas de Saúde Ocupacional. Ou seja, é uma declaração médica que indica se o colaborador examinado está apto ou não para exercer suas funções dentro de um local de trabalho. Nesse sentido, ele serve para avaliar se a saúde do colaborador está de acordo com a exposição ao risco das atividades que deverá exercer, e também para a gestão da segurança do trabalho como um todo. Estar apto ao trabalho não quer dizer que a pessoa não tenha doenças, mas sim que o colaborador é capaz de exercer a função para a qual se candidatou. O mesmo ocorre para o ‘não apto’. Ser inapto não quer dizer que o colaborador tenha uma doença grave, apenas configura que não poderá exercer aquela função para a qual foi indicada. Assim, o colaborador poderá ser apto para alguma atividade e para outras não. Qual sua importância? A emissão do ASO pode ser considerada essencial dentro de uma empresa, pois ele revela os riscos existentes na função de cada atividade laboral dentro da instituição. Desta forma, promove a saúde e o bem-estar de todos os colabores. Quando emitir? O atestado é regido pela norma regulamentadora número 7, a NR-7,  que trata do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Isso porque, o PCMSO tem o objetivo de promover e preservar a saúde dos trabalhadores. É o PCMSO que estabelece que o ASO seja emitido nas seguintes situações: – Admissional: Realizado antes do colaborador assumir sua função na empresa e antes da assinatura da carteira de trabalho; – Mudança de função: Somente quando a mudança implicar na alteração de riscos para o colaborador; – Periódicos: São realizados anualmente. Indicam se houve alterações na saúde do colaborador nos últimos meses; – Retorno ao trabalho: Obrigatório a todo colaborador que tenha se afastado da empresa por um período de 30 dias ou mais, exceto férias e viagens a serviço; – Demissional: Realizado obrigatoriamente até a data da homologação, conforme grau de risco da empresa. Inicialmente, todos os exames devem conter além da avaliação clínica, exame físico e mental, anamnese ocupacional e exames complementares, a serem realizados de acordo com os termos específicos da NR-7. Assim como todo prontuário dos pacientes, a lei exige que o ASO fique armazenado na Clínica de Saúde Ocupacional por, no mínimo, 20 anos, com segurança da informação. Assim, ocorrendo a troca do médico, os arquivos devem ser transferidos para o seu sucessor. Essa conservação é importante por se tratar da história profissional do colaborador e servirá como consulta para uma necessidade futura. Quem pode emitir? Normalmente, o ASO é elaborado e emitido por um médico do trabalho, mas também poderá ser emitido e assinado por um médico clínico, registrado no Conselho Regional de Medicina de onde realiza a consulta. Este, por sua vez, será considerado o médico examinador, formalmente nomeado pelo Médico do Trabalho coordenador do PCMSO, conforme exige a NR-7. É obrigatório? Quem paga por ele? Sim! O ASO é obrigatório a todos os empregadores e empresas que contratem trabalhadores como empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os custos referentes aos atestados e exames realizados devem ser pagos pelo empregador, ficando o empregado responsável pelo comparecimento à Clínica. O que a lei diz? O regulamento legal exige que os profissionais devem emitir o atestado ASO em duas vias, para que uma fique arquivada no local de trabalho, junto à empresa contratante, e a segunda em posse do colaborador examinado, mediante assinatura. O que contém o Atestado Saúde Ocupacional? A NR-7, no subitem 7.4.4.3 estabelece que a ASO deve conter, no mínimo: nome completo do trabalhador, o número de registro de sua identidade e sua função; os riscos ocupacionais específicos existentes, ou a ausência deles, na atividade do empregado, conforme instruções técnicas expedidas pela Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho-SSST; indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o trabalhador, incluindo os exames complementares e a data em que foram realizados; o nome do médico coordenador, quando houver, com respectivo CRM; definição de apto ou inapto para a função específica que o trabalhador vai exercer, exerce ou exerceu; nome do médico encarregado do exame e endereço ou forma de contato; data e assinatura do médico encarregado do exame e carimbo contendo seu número de inscrição no Conselho Regional de Medicina. Como proceder quando ocorrerem alterações? Com a periodicidade dos exames, exigido pelo PCMSO, e podendo ser feito por meio de um software específico para isso, a Clínica de Saúde Ocupacional e a empresa podem observar ocorrências ou agravamentos de doenças por parte do colaborador. Quando isso ocorre, o que a NR-7 exige? O subitem 7.4.8 da NR-7 alerta que quando verificadas alterações que revelem qualquer tipo de disfunção de órgão ou sistema biológico, o encarregado deverá: solicitar à empresa a emissão da Comunicação de Acidente do Trabalho – CAT; indicar, quando necessário, o afastamento do trabalhador da exposição ao risco, ou do trabalho; encaminhar o trabalhador à Previdência Social para estabelecimento de nexo causal, avaliação de incapacidade e definição da conduta previdenciária em relação ao trabalho; orientar o empregador quanto à necessidade de adoção de medidas de controle no ambiente de trabalho. Ainda assim, o PCMSO exige que todos os estabelecimentos deverão estar equipados com materiais necessários à prestação dos primeiros socorros. esta forma, o material deverá ficar guardado em local adequado e

Danfe Auxiliar

Danfe Auxiliar em Formulário Contínuo, emissão por impressora matricial em 2 vias.

Recibos de Doações

Formulário Contínuo Recibo de Doações, com impressão de fundo anti cópia. Produzido com efeito artistíco com uma sobreposição do texto “CÓPIA” que ao ser submetido a uma cópia é destacado o texto de segurança.

Boleto de Cobrança

Formulário Contínuo Boleto de Cobrança Personalizado. FRENTE – Boleto de Cobrança Personalizado. VERSO – Boleto de Cobrança Personalizado.

AWB – Conhecimento de Transporte Aéreo

Formulário Contínuo AWB Original 3 Azul Formulário Contínuo AWB Original 2 Vermelho Formulário Contínuo AWB Original 1 Verde Formulário Contínuo AWB Copy 9 Preto Formulário Contínuo AWB Copy 5 Preto Formulário Contínuo AWB Copy 4 Laranja Formulário Contínuo AWB Copy 10 Preto Formulário Contínuo AWB Copy 6 Preto Formulário Contínuo AWB Copy 11 Formulário Contínuo AWB Copy 7 Preto Formulário Contínuo AWB Copy 12 Preto Formulário Contínuo AWB Copy 8 Preto Formulário Contínuo AWB Verso Formulário Contínuo AWB em 12 vias – Conhecimento de Transporte Aéreo AWB 1ª Via e 2ª Via AWB 3ª Via e 4ª Via AWB 5ª Via e 6ª Via AWB 7ª Via e 8ª Via AWB 9ª Via e 10ª Via AWB 11ª Via e 12ª Vias AWB Verso Na importação, após o desembarque no Brasil, os dados da carga descritos nos conhecimentos são lançados no sistema da Receita Federal Mantra. Sendo assim, toda carga deve seguir com os documentos de embarque MAWB e HAWB. Já na exportação, esses dados são lançados no mesmo sistema antes do embar-que da carga, através da emissão do desemba-raço. Mas atenção: tanto na importação como na exportação o conhecimento de embarque deve voar junto com a carga e não é permitido emitir o conhecimento de embarque no aeroporto de destino. SAIBA MAIS SOBRE O CONHECIMENTO DE EMBARQUE DE TRANSPORTE AÉREO Documentos utilizados nas transações internacionais, seja na importação ou na exportação, para transporte aéreo chama-se AWB Airway Bill, o principal documento de um processo de embarque aéreo nos aeroportos internacionais do Brasil, um documento contratual de transporte entre o transportador e o embarcador. O conhecimento de embarque Master MAWB Master Airway Bill é emitido pelo agente de cargas credenciado pela IATA International Air Transport Association e cada um tem um número de série que, através dos três primeiros dígitos, consegue identificar a companhia aérea responsável pelo transporte. Seu preenchimento deve ser feito no verso e nele devem constar todas as informações pertinentes ao embarque, denominação da empresa emissora, número do conhecimento, data da emissão, embarcador, consignatário, aeroporto de embarque e destino, quantidade de volumes, peso bruto e peso taxado, frete e local de pagamento, entre outras informações. Assim como o master, o conhecimento de embarque House HAWB House Air Waybill é emitido pelo agente de cargas é o contrato entre o agente de carga e os importadores e exportadores. Ele também possui seu próprio número de série além de conter o número do Master. Os documentos utilizados para emissão são a invoice  e packing lis exportador onde constam todos os dados necessários. Após a emissão, o documento é enviado ao importador ou exportador para conferência e a aprovação, dependendo da negociação de frete. Na importação, o preenchimento do HAWB é realizado após a chegada da mercadoria no armazém do agente na origem ou no terminal da companhia aérea. Em muitos armazéns e terminais, no entanto, a carga é pesada novamente para emissão do conhecimento de embarque. Ao contrário da importação, na exportação, o documento é emitido antes da carga ser entregue no aeroporto de desembaraço/embarque, pois ele é necessário para realizar a recepção da carga e descarregamento do caminhão. Nossa visão Trabalhando juntos para moldar o crescimento futuro de um setor de transporte aéreo seguro, seguro e sustentável que conecta e enriquece nosso mundo. Nossa missão A missão da IATA é representar, liderar e servir o setor aéreo.  Representando o setor aéreo Melhoramos a compreensão do setor de transporte aéreo entre os tomadores de decisão e aumentamos a conscientização sobre os benefícios que a aviação traz para as economias nacionais e globais. Defendendo os interesses das companhias aéreas em todo o mundo, desafiamos regras e cobranças irracionais, responsabilizamos reguladores e governos e lutamos por uma regulamentação sensata. Liderando o setor aéreo Por mais de 70 anos, desenvolvemos padrões comerciais globais sobre os quais a indústria de transporte aéreo é construída. Nosso objetivo é ajudar as companhias aéreas, simplificando processos e aumentando a comodidade dos passageiros, reduzindo custos e melhorando a eficiência. Atendendo ao setor aéreo Ajudamos as companhias aéreas a operar com segurança, proteção, eficiência e economia, de acordo com regras claramente definidas. O suporte profissional é fornecido a todas as partes interessadas do setor com uma ampla gama de produtos e serviços especializados. Os valores da nossa marca Nossos valores de marca definem o que valorizamos e como nos comportamos para nos ajudar a cumprir a missão e a visão da IATA. Todos temos personalidades, estilos e áreas de especialização diferentes, estão em diferentes níveis da organização e desempenhamos papéis diferentes. Mas você nos reconhecerá pela maneira consistente em que agimos e nos comportamos. Vivemos nossos valores e incorporamos os comportamentos de apoio para fazer da IATA um ótimo lugar para trabalhar:

RPS – Recibo Provisório de Serviço

Formulário Contínuo RPS – Recibo Provisório de Serviços, Utilizado em Hotéis para impressão rápida no sistema e após emissão da Nota Fiscal Eletrônica de Serviços.

Recibo

Formulário Contínuo Recibo